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#SELIGA

ensino

NÃO CONFUNDA GRAÇA COM INCONSEQUÊNCIA

Não estamos mais debaixo da lei, mas da graça. Isso significa que o favor do Senhor está sempre disponível e, pelo sangue de Cristo, qualquer um pode ser perdoado de qualquer pecado. A Palavra garante que “se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9). Temos um Pai bondoso, que nos ama inexplicavelmente e está sempre disposto a estender a mão para nos levantar. Tudo isso é a mais pura verdade, para a qual temos acesso pela fé e arrependimento.

Há uma teologia equivocada que confunde a graça de Deus com inconsequência. Segundo ela, desde a cruz, o Senhor nunca se ira e nunca pune o pecado, uma vez que Ele já teria descarregado todo o seu desejo de justiça sobre Jesus, no Calvário. Assim, para os que advogam essa ideia, disciplina e juízo não fazem sentido, pois seriam valores da lei, revelariam um Deus irado e não o Deus amoroso da Nova Aliança.

O que estas pessoas se esquecem é que a disciplina também é uma expressão de amor. É no Novo, e não no Velho Testamento, que lemos: “porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe… Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos” (Hebreus 12:6,8). Essas palavras parecem mostrar que, se preciso, para trazer seus filhos de volta ao caminho, Deus os fustiga com sua vara. A dor é, sim, um meio de provocar arrependimento e, portanto, mudança de direção. A graça revela sua paciência e predisposição em perdoar aquele que se arrepende, mas nunca sua passividade diante do pecado. Ele não é um Deus mal-humorado, ávido por punir, mas também não é um “bonachão”, que deixa o barco correr.

É no Novo Testamento que vemos o Senhor fazendo tombar, mortos, Ananias e Safira, diante dos apóstolos, por quererem sustentar uma vida de falsidade (Atos 5:1-11). Se estivessem lá, os defensores da “graça inconsequente” sairiam da igreja de Jerusalém, acusando Pedro de ser um “líder terrorista”, como também acusariam Paulo do mesmo, ao vê-lo mandar expulsar da comunidade de Corinto alguém que ali vivia em incesto, sem nenhum sinal de arrependimento (I Coríntios 5:1-13). Talvez até duvidassem de que é Jesus mesmo que ameaça de extinção à igreja de Éfeso, ao dizer: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas” (Apocalipse 2:5). Ora, estas e tantas outras passagens do Novo Testamento, deixam claro para quem quiser ver que o Deus amoroso da cruz, ainda pune pecado, seja de um indivíduo, de uma igreja ou de uma nação. Como Pai gracioso que é, quando necessário, Ele usará a vara para trazer seus filhos de volta. Sua graça nunca será desdém!

Danilo Figueira – CCRP

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Coluna de REFLEXÃO

SE NÃO TIVER AMOR...

“Ainda que eu fale todas as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor sou como o bronze que soa ou o sino que retine… mesmo que tivesse toda a fé a ponto de, transportar montanhas, se não tiver amor, não serei nada.” 1 Corintios 13:1-2

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